ENTRE PALAVRAS E ÁGUAS

ANCESTRALIDADE E RESISTÊNCIA NA LITERATURA INDÍGENA DE MÁRCIA WAYNA KAMBEBA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.70860/ufnt.entreletras.e19968

Palabras clave:

literatura indígena;, ancestralidade;, memória;, identidade.

Resumen

Este artigo analisa a obra O Povo Kambeba e a Gota D’Água (2022), de Márcia Wayna Kambeba, evidenciando os elementos de ancestralidade, identidade e resistência. A pesquisa, de abordagem qualitativa e bibliográfica, ancorada em referenciais teóricos que compreendem a literatura indígena como espaço estético, epistêmico e político, demonstra como a autora ressignifica a palavra escrita a partir da tradição oral, mobilizando elementos poéticos e narrativos que preservam saberes ancestrais e atualizam memórias coletivas. Os resultados apontam para a contribuição dessa literatura na construção de práticas pedagógicas interculturais e decoloniais que reconhecem a pluralidade de vozes e narrativas no contexto educacional.

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Biografía del autor/a

Tatiana Santos Oliveira, Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão

Mestra em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL). Professora de Língua Portuguesa do Ensino Médio na Secretaria de Estado da Educação do Maranhão (SEDUC/MA).

Lilian Castelo Branco de Lima, Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão

Doutora em Antropologia Social pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestra em Letras pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e graduada em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Professora da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL) e do Ensino Médio do Estado do Maranhão.

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Publicado

2025-12-30

Cómo citar

Oliveira, T. S., & Lima, L. C. B. de. (2025). ENTRE PALAVRAS E ÁGUAS: ANCESTRALIDADE E RESISTÊNCIA NA LITERATURA INDÍGENA DE MÁRCIA WAYNA KAMBEBA. EntreLetras, 16(3), 115–139. https://doi.org/10.70860/ufnt.entreletras.e19968

Número

Sección

DOSSIÊ: O ENSINO DE LITERATURAS COMO ESPAÇO DE RESISTÊNCIA: DIÁLOGOS INSURGENTES E DECOLONIAIS - v. 16, n. 3, 2025