MAPPING THE COURSE OF AN EXPERIENCE
INDIGENOUS CARTOGRAPHY, THE CASE OF ACRE
DOI:
https://doi.org/10.70860/rtg.v15i36.20129Keywords:
Indigenous cartography, ethnomapping, territorial management, agroforestry agentes, indigenous rightsAbstract
This article presents over four decades of experience in training Indigenous human resources in Acre, highlighting the importance of Indigenous Cartography and ethnomapping as pedagogical, political, and territorial management tools. It shows how Indigenous peoples use maps produced by themselves to plan, monitor, and protect their lands, address invasions and socio-environmental conflicts, and strengthen their autonomy and territorial rights. The analysis highlights the integration of traditional knowledge, modern technologies, and public policies, emphasizing the role of Indigenous Agroforestry Agents in environmental monitoring and the development of Territorial and Environmental Management Plans. By transforming maps into instruments of resistance, education, and planning, the study demonstrates how Indigenous cartography contributes to socio-environmental sustainability, cultural valorization, and the decolonization of geographic knowledge.
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