PARA PENSAR O PENSAMENTO GEOGRÁFICO
encantos e desencantos do Mundo
DOI :
https://doi.org/10.70860/rtg.v15i36.19874Mots-clés :
Epistemologia, Ética, Morte, Humanidade, CiênciaRésumé
Este ensaio apresenta considerações teóricas sobre a disciplina de História do Pensamento Geográfico (HPG) na graduação, sua contextualização mais abrangente e sua importância para a formação de graduados na área. A escrita foi pautada na prática docente do autor e suas inquietações para conferir um estatuto ético à matéria, a fim de que a HPG reúna conteúdos com todo sentido para compreender que o que precisamos é de uma sociedade orientada para a paz e que os seres humanos se respeitem e se valorizem mutuamente. O autor propõe que o espaço geográfico é o reflexo da saga humana para fugir da Morte. De um lado, nota que a fuga da Morte vem se dando de maneira, no mínimo, contraditória, tendo-se em vista que ainda vivemos em um mundo marcado por violências e guerras. Por outro lado, o autor considera que a Morte, enquanto um temor democrático, poderia ser o grande motivo para que a história das pessoas e, consequentemente, do pensamento geográfico, venha a ser expoente da elevação ética da humanidade.
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