Submissões suspensas, devido ao alto volume de artigos em avaliação
Prezados(as) autores(as),
Informamos que as submissões estão suspensas, devido ao alto volume de artigos em avaliação. Em breve, reabriremos a submissão de manuscritos.
1. Ao enviar o trabalho, os (as) autor (as/es) deverá ter conhecimento de que a publicação de textos acadêmicos de sua autoria como artigos, ensaios, resenhas e entrevistas implica em manter os seus direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
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OBS. Quando aplicável, ferramentas de Inteligência Artificial (IA) foram utilizadas exclusivamente como recurso de apoio à pesquisa, limitando-se à revisão linguística do manuscrito, incluindo aspectos de coesão, gramática e clareza textual, bem como à eventual geração de imagens devidamente identificadas e referenciadas. A IA não foi empregada para a elaboração do conteúdo científico, geração de dados, análise de resultados ou redação substancial do manuscrito. Todas as contribuições decorrentes do uso dessas ferramentas foram submetidas à revisão, validação e curadoria humana, assegurando o atendimento aos princípios éticos e às boas práticas da pesquisa científica.
OBS. Os(as) autores(as) deverão referenciar de maneira explícita outras publicações de outros(as) autores(as) citadas no seu trabalho. DEVE-SE EVITAR TOTALMENTE A PRÁTICA DE PLÁGIO E DE AUTO-PLÁGIO. Sobre isso, a RBEC se reserva no direito de utilizar softwares anti-plágio para procura/identificação de plágio nos textos recebidos pela revista, buscando evitar que tal prática ocorra e que a ética e a boa conduta científica na pesquisa sejam fielmente cumpridas. A revista também solicita que os autores, antes de submeterem algum manuscrito para a revista, que utilizem programas de anti-plágio em seus manuscritos.
CADASTRO E AUTENTICAÇÃO NO ORCID (OBRIGATÓRIO)
Para atendimento aos padrões atuais da editoração científica na comunidade internacional no que se refere às autorias dos trabalhos publicados, a equipe editorial tornou obrigatória a inclusão e autenticação do ORCID pelo autor durante o processo de submissão de qualquer texto a Revista. O ORCID pode ser criado rapidamente e gratuitamente no link: https://orcid.org/register. Durante o processo de submissão, o autor deve registrar e autenticar o seu ORCID na revista.
ATENÇÃO: Os textos enviados à revista devem atender as regras do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que passou a ser obrigatório no Brasil a partir de janeiro de 2016!
O autor que tiver um artigo em edição ou em avaliação, deve aguardar o final desse processo (publicação ou reprovação) para submeter novo artigo a revista. O autor que não obedecer esse processo, terá o artigo recusado no ato da submissão.
Considerando a pluralidade de pensamentos e diversidade de autores e instituições, informamos que a revista estabelece como política o prazo de, no mínimo, 12 meses contados a partir da última publicação de mesma autoria. Contudo, a revista se reserva no direito de antecipar a publicação de mesma autoria em menos de 1 ano, de artigos internacionais ou de pesquisas se relevante interesse acadêmico.
Os artigos serão publicados na revista apenas quando forem avaliados e aceitos para publicação pelos pareceristas e avaliadores ad hoc. A revista tem como critérios para publicação dos artigos selecionados:
A) Originalidade e contribuição ao escopo da revista.
B) Consistência e rigor teórico e metodológico da pesquisa.
C) Contribuição para a área de conhecimento.
Os artigos aprovados para publicação não implica que os mesmos serão publicados em seguida, após o aceite do manuscrito. Assim, todo artigo aprovado entra na fila de edição. Ou seja, cabe a Comissão Editorial decidir quais artigos serão publicados na publicação contínua, considerando as temáticas e demandas editoriais da revista.
A Revista Brasileira de Educação do Campo se reserva no direito de arquivar os artigos corrigidos pelos autores que foram aceitos para publicação, e que não foram enviados dentro do prazo estipulado pela revista na carta de aceite do manuscrito.
Após ter o artigo aprovado para ser publicado na revista, o(a) autor(a) deverá incluir uma nota ao final do manuscrito indicando a contribuição de cada autor na elaboração do artigo. Além disso, a revista se reserva no direito de solicitar ao(a) autor(a) a versão em inglês ou espanhol do artigo aprovado (versão final), revisada e traduzida por um profissional da área do idioma.
2. Os conteúdos dos textos e as opiniões emitidas nos manuscritos publicados neste periódico são de inteira responsabilidade dos (as) autor (as/es), e não da Revista Brasileira de Educação do Campo.
3. Em alguns casos que a revista entender for necessário, quando apropriado e solicitado, o (a) autor (a) deverá enviar para a revista um atestado de que a pesquisa foi aprovada por algum Comitê de Ética em Pesquisa.
4. Os Dossiês Temáticos podem ser organizados por pesquisadores nacionais e estrangeiros doutores, como proposta para publicação na revista. Cabe a equipe editorial da revista avaliar, aprovar ou recusar os dossiês submetidos.
5. Os documentos suplementares são aqueles que se referem a conjuntos de dados, instrumentos de pesquisas entre outros (como por exemplo, a declaração que se refere o item 1), que não se enquadram no corpo do texto. Assim, quando necessários na submissão (enviados pelo autor (a) na etapa de submissão), não devem conter qualquer tipo de identificação de autoria.
Obs. Não haverá qualquer tipo de pagamento aos autores que tiverem seus manuscritos publicados nesta revista. A Revista Brasileira de Educação do Campo é um periódico científico eletrônico de acesso aberto e gratuito, com o objetivo de socializar conhecimento e contribuir para o avanço científico da área da pesquisa em Educação do Campo e, consequentemente, para a Educação em geral.
6. No processo de submissão (envio) do manuscrito à Revista Brasileira de Educação do Campo (on line, pelo site da Revista, acesso com login e senha: (https://periodicos.ufnt.edu.br/index.php/campo/about/submissions), deverão ser inseridas nos sistema da Revista informações como: nome (s) completo (s) do/da (s) autor (as) (es), seu (s) endereço (s), filiação institucional e o email do (a) autor (a) principal para correspondência, além de seu endereço físico institucional. Essas informações não devem ser inseridas no texto, apenas no sistema da Revista.
7. Em documentos do Microsoft Office Word, a identificação do autor deve ser removida das propriedades do documento (no menu do Word > Opções do Word ou propriedades), para evitar quebra de anonimato.
8. Com o objetivo de evitar a endogenia, a Revista Brasileira de Educação do Campo não permitirá uma porcentagem maior que 10% dos manuscritos publicados por ano, de autores (as) oriundos da Universidade Federal do Tocantins, de quaisquer campi e do próprio estado do Tocantins.
9. A revista aceita submissões de manuscritos nos idiomas português, espanhol, francês e inglês.
10. Os textos (artigos, ensaios, cartas ao editor, resenhas, entrevistas) deverão ser submetidos pela internet, por meio do Portal: https://periodicos.ufnt.edu.br/index.php/campo/about/submissions
11. Caso o artigo, resenha, ensaio, carta ao editor ou entrevista tenha sido publicado anteriormente em anais de eventos científicos, na forma de resumo simples ou expandido, o (a) autor (a) deverá OBRIGATORIAMENTE informar o editor e relatar essa informação no texto enviado a revista, em nota no final do texto. Contudo, isso não implica em aceite do manuscrito para a fase de avaliação (peer review).
12. Se a pesquisa foi financiada por algum órgão ou agência de fomento, o autor deverá explicitar de forma clara e obrigatória, qual o órgão ou agência de fomento que financiou (ou financia) a pesquisa, ou se há adesão a convênios nacionais e internacionais.
OBS. Os trabalhos aceitos para publicação seguem o fluxo editorial da revista.
Na redação do artigo, devem ser observadas as seguintes informações:
1. Os artigos e ensaios deverão conter obrigatoriamente: resumo, palavras-chave; abstract, keywords; resumen, palabras-clave; Introdução, Desenvolvimento (metodologia, discussão e análises), Conclusão/Considerações Finais e Referências.
OBS. A tradução do resumo e do artigo para outros idiomas (inglês, francês e espanhol), bem como da revisão gramatical, é de inteira responsabilidade de seus autores(as), e não da Revista Brasileira de Educação do Campo. A revista reforça que, antes de submeter qualquer texto para avaliação, ele deve ser rigorosamente revisado no idioma a qual foi escrito.
2. O título do artigo e do ensaio, bem como suas palavras-chave, devem ser obrigatoriamente em português, inglês e espanhol.
3. Para o artigo e o ensaio, o resumo, o abstract e o resumen não devem ultrapassar 200 palavras cada um, respectivamente. Deverão conter as principais informações do trabalho (contextualização da ´pesquisa, objetivo principal da pesquisa, metodologia utilizada, resultados e conclusões). Devem vir acompanhados de no máximo cinco palavras-chave, separadas por vírgulas e em minúsculas (nos idiomas português, inglês e espanhol, obrigatoriamente).
4. Os artigos deverão ter no mínimo 15 e não deverão ultrapassar 25 páginas, incluindo figuras, quadros, tabelas e referências. Deverão ser escritos utilizando o processador de texto do Windows (Word), Times New Roman, fonte 12, espaço 1,5 entre linhas e margens: inferior, superior, esquerda e direita de 2,5cm. As páginas não precisam ser numeradas sequencialmente. Os ensaios deverão ter no mínimo 12 páginas e não exceder 15 páginas.
Obs. Tamanho do papel: A4.
5. São aceitas figuras coloridas (fotos, gráficos, desenhos, mapas). No entanto, deverão ter uma resolução mínima de 300dpi, preferencialmente gravadas no formato JPG e tamanho 12cm x 8,5cm. Devem tem título/legenda acima da figura e a fonte abaixo da figura, e serem numeradas sequencialmente em algarismos arábicos, quando referidas no corpo do texto.
6. As citações com menos de 40 palavras devem estar entre aspas e incorporadas no parágrafo, no corpo do texto. As citações com mais de 40 palavras devem vir em parágrafo separado, com recuo de 1,5cm na margem esquerda, tamanho 11, sem aspas. Ambas as citações devem seguir as normas da APA (American Psychological Association (APA) - 6. ed. no item "Modelos de Referências e Citações" dessas diretrizes (logo abaixo).
OBS. Caso necessite suprimir um texto durante uma citação, usa-se três reticências: ... e não [...]. Exemplo: Segundo Farias (2000, p. 45) a necessidade da arte...é relevante para a sociedade". Utiliza-se [] apenas quando for inserir um texto ou palavra dentro da citação.
7. Quando realmente for necessário, as notas deverão ser inseridas no fim do texto (notas de fim) do documento e devem ter caráter explicativo. Devem ter tamanho (fonte) 10 e não excederem três linhas. Atenção: não devem ser utilizadas notas de rodapé, mas notas de fim (quando necessárias).
8. O arquivo contendo o trabalho (artigo, ensaio, resenha, entrevista) a ser anexado (enviado) pelo sistema da Revista (site da revista) durante a submissão on line não deverá ultrapassar o tamanho de 2MB, nem poderá ser acompanhado com qualquer tipo de informação que comprove a autoria do trabalho. É preciso manter o anonimato do (s) autor (es) no corpo do texto e nas figuras, tabelas etc.
9. As Cartas ao Editor (Letter to the Editor), Resenhas e entrevistas podem ser enviadas sem seguir as normas de formatação estabelecidas pela Revista. Caso sejam aprovadas, serão adequadas às Normas da Revista Brasileira de Educação do Campo.
10. Caso sejam incluídos links no corpo do texto, eles devem seguir o procedimento no Word: “inserir hiperlink”, e devem estar ativos.
11. Serão publicadas Cartas ao Editor (Letter to the Editor) que se refiram a algum artigo publicado na RBEC em até 6 meses após a publicação do artigo. Também cartas não relacionadas a algum artigo publicado na RBEC serão publicadas. Em todo caso, as cartas não poderão exceder 500 palavras (não contando referências). Uma carta não pode ter mais de dez referências, além de uma figura ou tabela.
12. Artigos que possuem DOI deverão obrigatoriamente ser descritos no próprio artigo citado, nas Referências finais.
PADRÕES DE REFERÊNCIAS E CITAÇÕES
1. As referências deverão vir após o texto, serem organizadas em ordem alfabética e alinhadas à esquerda. Deverão se basear na norma da American Psychological Association (APA) - 6. ed., para melhor indexação e internacionalização do periódico. Todos os(as) autores(as) utilizados no trabalho obrigatoriamente deverão ser citados nas referências.
2. EM CITAÇÕES NO CORPO DO TEXTO:
Para um autor: Costa (2015) ou (Costa, 2015);
Para dois autores: Barbosa e Oliveira (2012) ou (Barbosa & Oliveira, 2012);
Para três autores: Silva, Freire e Araújo (2009) ou (Silva, Freire & Araújo, 2009); ou, usar et al. se os autores estiverem dentro de parenteses.
Para mais de três autores: Silva et al. (2008) ou (Silva et al., 2008).
3. NAS REFERÊNCIAS:
ARTIGOS DE PERIÓDICOS/REVISTAS CIENTÍFICAS
Um autor
Vieira, D. (2015). História da Educação. Educação e Social, 37(1), 4-24.
(Obs. o número 37 se refere ao volume da revista/periódico, e o 1 ao número da revista/periódico).
Dois autores
Moreira, D., & Silva, M. (2014). Arte-Educação. Revista Arte, 37(1), 344-355.
Três autores
Silva, D., Oliveira, H. Souza, M., & Fonseca, S. (2013). Educação do Campo. Revista Social, 12(1), 23-45.
Quatro autores
Silva, D., Oliveira, H. Souza, M., & Fonseca. (2013). História da Música. Revista Social, 12(1), 23-45.
Cinco autores
Silva, D., Oliveira, H. Souza, M., Farias, M., & Fonseca. (2013). História da Música. Revista Social, 12(1), 23-45.
Seis ou mais autores
Silva, D., Oliveira, H. Souza, M., Farias, M., Fonseca, H., & Fonseca. (2010). História da Sociedade. Revista Social, 9(1), 33-47.
Silva, D., Oliveira, H. Souza, M., Farias, M., Fonseca, H., & Fonseca...Pereira, A. (2010). Perspectivas da Educação do Campo. Revista Estadual, 3(1), 22-33.
(Neste caso, na referência coloca-se até 7 autores. Se tiver mais de 8 autores, coloca-se os 6 primeiros, depois reticências e, posteriormente, o último autor)
Autoria Desconhecida
O problema do método. (2010). São José dos Campos: Editora da Cidade.
(Neste caso, quando não há autor, a referência deve-se iniciar pelo título, em itálico. A citação no corpo do texto deve vir com esse título em itálico ou entre aspas).
Com autor (a) organizador (a) de livro
Silva, D. (Org.). (2016). História da arte. São Paulo: Fonseca e Silva.
Artigo com DOI
Soares, A. B. (1990). Visualidade camponesa. Tocantinense, 12(35), 199-228. DOI:xxxxxxxxxxxxxxxxx. (no lugar do "x", colocar o DOI).
ARTIGO ACEITO PARA PUBLICAÇÃO, MAS AINDA NÃO FOI PUBLICADO
Borges, A. (no prelo). A novidade camponesa. Revista Científica. Recuperado de: http:// fageicnbek.pdf
TRABALHO SUBMETIDO PARA PUBLICAÇÃO
Silva, J. (2016). Sobre métodos de leituras visuais. Manuscrito submetido para publicação.
(Neste caso, não se coloca o nome do periódico/revista ou Editora a qual foi submetido o trabalho).
OBS. Mais de 3 autores nas citações no corpo do texto, utiliza-se et al. Ex. Araújo et al. (2000) ou (Araújo, et al., 2000)
ARTIGO DE JORNAL
Freitas, A. (2000, 15 de julho). A noção da realidade. Jornal da Cidade, p. A1.
POSTAGEM EM BLOG
Vieira, A. (1999, 13 de julho). Sobre a luta camponesa [Web log post]. Recuperado de http://fhqncjdjc.php
ANAIS DE EVENTOS (CONGRESSOS, SEMINÁRIOS ETC.)
Netto, G. (2005). O problema da estética. In Anais da 2a Jornada de Educação de Uberlândia (pp. 204-220). Uberlândia, MG.
LIVRO
Silva, D. (1995). O campesinato. São Paulo, SP: Editora Fontes.
Carvalho, D., & Souza, F. (2003). Educação do Campo. Rio de Janeiro, RJ: Livreiro Editora.
CAPÍTULO DE LIVRO
Martins, H. (1980). Interpretação visual. In Souza, D. (Org.). Teorias estéticas (pp.1-34). São Paulo, SP: Cortez.
TESE OU DISSERTAÇÃO
Gomes, G. H. (2016). A ilustração camponesa (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal do Tocantins, Tocantins.
Kato, G. V. (1995). Sobre histórias em quadrinhos (Tese de Doutorado). Universidade Federal do Tocantins, Tocantins.
DOCUMENTOS LEGISLATIVOS BRASILEIROS IMPRESSOS
Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. (1996, 23 de dezembro). Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, seção 1.
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (18a ed.). (1998). São Paulo, Saraiva. Recuperado de: http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/
Decreto n. 3.298. (1999, 20 de dezembro). Regulamenta a política nacional para a integração da pessoa portadora de deficiência, consolida as normas de proteção e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República.
DOCUMENTOS LEGISLATIVOS BRASILEIROS ON LINE
Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. (1996, 23 de dezembro). Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Recuperado de: http://www.senado.gov.br/sf/legislacao
Constituição da República Federativa do Brasil. (1988, 05 de outubro). Recuperado de: http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/
Decreto n. 3.298. (1999, 20 de dezembro). Regulamenta a política nacional para a integração da pessoa portadora de deficiência, consolida as normas de proteção e dá outras providências. Recuperado de: http://www.senado.gov.br/sf
OBS. Para outros exemplos de referências, acesse o site da APA: http://www.apastyle.org/
[EN] GUIDELINES AND INSTRUCTIONS FOR AUTHORS
NOTE. The Brazilian Journal of Rural Education will only publish images of children under the age of 18, in case the author (s) assumes full responsibility for the images and has written permission from the parents or guardians.
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NOTE. The authors should explicitly refer to other authors’ publications cited in their work. THE PLAGIARISM AND SELF-PLAGIARISM PRACTICE MUST BE AVOIDED TOTALLY.
After having the article approved to be published in the journal, the author must include a note at the end of the manuscript indicating the contribution of each author in the elaboration of the article.
Note. There will not be any kind of payments to authors who have their manuscripts published in this journal. The Brazilian Journal of Rural Education (Countryside Education) is an electronic open access journal, in order to socialize knowledge and contribute to the scientific advancement in the research area of Rural Education (Countryside Education) and Education in general.
[EN] The Brazilian Scientific Journal of Rural Education (Countryside) receives articles, essays, reviews and interviews.
20.1. Citations in the paper, use to an author: Costa (2015) or (Costa, 2015); for two authors: Barbosa and Oliveira (2012) or (Barbosa & Oliveira, 2012); to three authors: Silva Freire and Araújo (2009) or (Silva Freire & Araújo, 2009); for more than three authors: Silva et al. (2008) or (Silva et al., 2008).
20.2. An author
Vieira, D. (2015). History of Education. Education and Social, 37(1), 4-24.
20.3. Two authors
Moreira, D., & Silva, M. (2014). Art Education. Art Journal, 37(1), 344-355.
20.4. Three authors
Silva, D. Oliveira, Souza H., M., & Fonseca, S. (2013). Music history. Social Journal, 12(1), 23-45.
20.5. FOUR AUTHORS
Silva, D. Oliveira, Souza H., M., & Fonseca. (2013). Music history. Social Journal, 12(1), 23-45.
20.6. FIVE AUTHORS
Silva, D. Oliveira, H. Souza, M. Farias, M., & Fonseca. (2013). Music history. Social Journal, 12(1), 23-45.
20.7. SIX OR MORE AUTHORS
Silva, D. Oliveira, H. Souza, M. Farias, M. Fonseca, H., & Fonseca. (2010). History of the Company. Social Journal, 9(1), 33-47.
Silva, D. Oliveira, H. Souza, M. Farias, M. Fonseca, H., & Fonseca…Pereira, A. (2010). Perspectives of Rural Education. State Journal, 3(1), 22-33.
AUTHOR UNKNOWN
20.8. The problem of method. (2010). São José dos Campos: Publisher City.
(In this case, when there is no author, reference should be initiated by the title in italics. The citation in the text should come with that title in italics or quotation marks).
WITH AUTHOR ORGANIZER BOOK
20.9. Silva, D. (Eds.). (2016). Art history. São Paulo: Fonseca e Silva.
ARTICLE WITH DOI
30.0. Smith, A. B. (1990). Peasant visuality. Tocantinense, 12(35), 199-228. DOI: .
ARTICLE ACCEPTED FOR PUBLICATION, BUT HAS NOT BEEN PUBLISHED
30.1. Borges, A. (in press). The peasant novelty. Scientific Journal. Retrieved from: http://fageicnbek.pdf
TEXT NOT POSTED OR SUBMITTED FOR PUBLICATION
30.2. Silva, J. (2016). About methods for visual readings. Manuscript submitted for publication.
(In this case, do not put the name of the journal or Publisher which the work was submitted).
NEWSPAPER ARTICLE
30.3. Freitas, A. (2000, July 15). The notion of reality. Journal of the City, p. A1.
POSTING IN BLOG
30.4. Vieira, A. (1999, July 13). About the peasant struggle [Web log post]. Retrieved from http://fhqncjdjc.php
EVENT PROCEEDINGS (CONFERENCES, SEMINARS ETC.)
30.5. Netto, G. (2005). The problem of aesthetics. In Proceedings of the 2th Day of Uberlândia Education (pp. 204-220). Uberlândia, MG.
INSTRUCCIONES A LOS AUTORES
1. Mediante la presentación de la artículo, el autor deben presentar una declaración afirmando transferir sus derechos de autor a la revista, que su manuscrito es un trabajo único y original, no está siendo sometido a otra revista (nacional o internacional) para su publicación, no entre en conflicto de interés, que cumple con todos los procedimientos éticos de la investigación científica y tiene su permiso para ser publicado.
Cuando fue pertinente, las herramientas de inteligencia artificial (IA) se utilizaron exclusivamente como recurso de apoyo a la investigación, limitándose a la revisión lingüística del manuscrito, incluyendo aspectos de cohesión, gramática y claridad textual, así como la eventual generación de imágenes debidamente identificadas y referenciadas. La IA no se utilizó para la elaboración de contenido científico, la generación de datos, el análisis de resultados ni la redacción sustancial del manuscrito. Todas las contribuciones derivadas del uso de estas herramientas se sometieron a revisión, validación y curación por parte de expertos, garantizando así el cumplimiento de los principios éticos y las mejores prácticas de la investigación científica.
2. El contenido de los textos y las opiniones expresadas en el mismo son de la exclusiva responsabilidad del autor (s).
3. En su caso y solicitó, debe ser enviado a la revista un certificado de que la investigación fue aprobado por el Comité de Ética de la institución.
4. Los archivos temáticos pueden ser organizados por los investigadores de doctorado nacionales y extranjeros, tal como se propone para su publicación en la revista.
5. Los documentos adicionales son aquellos que se refieren a conjuntos de datos, instrumentos de investigación, entre otros, que no encajan en el texto. Por lo tanto, cuando sea necesario, en la presentación (presentado por el autor (a) la fase de presentación), no debe contener ningún tipo de identificación de la autoría.
Nota. No habrá ningún tipo de pagos a los autores que tienen sus manuscritos publicados en esta revista. La Revista Brasileña de la Educación Rural (Educação do Campo) es una revista electrónica de acceso libre y abierto, con el fin de socializar el conocimiento y contribuir al avance científico del área de investigación en el campo de la educación rural y por lo tanto para la educación en general.
6. En el proceso de envío del manuscrito a la Revista Brasileña de la Educación Rural (Educação do Campo) (en línea en el sitio web de la revista, con el acceso de usuario y contraseña. Site: (https://periodicos.ufnt.edu.br/index.php/campo/index), debe incluirse en el sistema de información de la revista, como el nombre (s) completo (s) (s) autor (s) (máximo tres), su email electrónico, afiliación institucional y autor de correo electrónico para la correspondencia, así como su dirección física institucional. Esta información no debe ser insertada en el texto, sólo en el sistema de revista.
7. La Revista Brasileña de la Educación Rural (Educação do Campo) sólo aceptará una publicación por año en la revista del mismo autor (a).
8. La revista acepta presentaciones de manuscritos en portugués, español e Inglés.
9. Los textos (artículos, ensayos, reseñas) deben presentarse en línea, a través del Portal: https://periodicos.ufnt.edu.br/index.php/campo/index
10. En los documentos de Microsoft Office Word, la identificación del autor debe ser eliminado de las propiedades del documento (en el menú Word> Opciones de Word o la propiedad).
11. Si el manuscrito ha sido publicado previamente en las actas de congresos, en forma de resumen o texto completo, (a) autor (a) deberá informar obligatoriamente la situación en el texto enviado a la revista, en la primera página.
12. Los artículos deben contener: resumen, palabras clave; abstract, keywords; Introducción, Desarrollo (discusión) Conclusión / Consideraciones finales y Referencias.
13. El título debe ser en portugués, Inglés y español y tienen un máximo de 15 palabras.
14. El resumen y el abstract no deben exceder las 200 palabras. Debe contener la información principal del manuscrito (problema y los objetivos del trabajo, los métodos utilizados, Los avances en el ámbito de la investigación, los resultados principales y conclusiones). Ellos deben estar acompañados por un máximo de cinco palabras clave, separadas por comas.
15. Los artículos deben ser de al menos 15 y no deben exceder las 25 páginas, incluyendo figuras, tablas y referencias. Ellos deben ser escritos utilizando el procesador de textos de Windows (Word), Times New Roman, tamaño 12, interlineado de 1,5 líneas y márgenes: superior, inferior, izquierda y derecha de 2,5 cm. Todas las páginas deben estar numeradas secuencialmente.
16. Imágenes en color se aceptan (fotografías, dibujos, mapas). Sin embargo, deben tener una resolución de 300dpi, preferiblemente guardado en formato JPG, y tienen un tamaño de 12 cm x 8,5 cm. Deben tener títulos / referencias a continuación las cifras y estar numeradas consecutivamente en números arábigos, cuando se hace referencia en el texto.
17. Las citas deben cumplir con las normas de APA (American Psychological Association) - 6. ed.
18. Cuando realmente necesario, las notas deben insertarse en la última página de texto y debe tener carácter explicativo. Debe tener el tamaño 10 y no superior a tres líneas.
19. El archivo que contiene la obra (artículo, ensayo, crítica, reseña) que se adjunta (enviado) por el sistema de revista (Portal / web de la revista), durante la presentación en línea no debería exceder el tamaño de 2 MB o puede estar acompañada de ningún tipo de información que confirma la autoría de la obra. Es necesario mantener el anonimato del autor (s) (s) en el texto y figuras, tablas, etc.
20. Los comentarios pueden ser enviados sin seguir las normas de formato establecidas por la revista. Si se aprueba, será adecuada a las normas de la Revista Brasileña de Educación Rural.
21. Si los enlaces se incluyen en el texto, se debe seguir el procedimiento en Word: "Insertar hipervínculo", y debe estar activo.
22. Las referencias deben venir después del texto, están ordenados alfabéticamente y alineados a la izquierda. Ellos deben estar basadas en el estándar de la APA (American Psychological Association) - 6. ed., para una mejor indexación y la internacionalización de la revista. Todos los autores utilizados en el trabajo deben mencionarse obligatoriamente en las referencias.
23. citas en el texto, utilizan a un autor: Costa (2015) o (Costa, 2015); por dos autores: Barbosa y Oliveira (2012) o (Barbosa & Oliveira 2012); a tres autores: Silva, Freire y Araújo (2009) o (Silva, Freire & Araujo, 2009); durante más de tres autores: Silva et al. (2008) o (Silva et al., 2008).
ARTÍCULOS
Un autor
Vieira, D. (2015). Historia de la Educación. Educación y Social, 37(1), 4-24.
Dos autores
Moreira, D., & Silva, M. (2014). Educación técnica. Art Journal, 37(1), 344-355.
Tres autores
Silva, D. Oliveira, H. Souza, M., & Fonseca, S. (2013). Historia de la Música. Diario Social, 12(1), 23-45.
Cuatro autores
Silva, D. Oliveira, H. Souza, M., & Fonseca. (2013). Historia de la Música. Diario Social, 12(1), 23-45.
Cinco autores
Silva, D. Oliveira, H. Souza, M. Farías, M., & Fonseca. (2013). Historia de la Música. Diario Social, 12(1), 23-45.
Seis o más autores
Silva, D. Oliveira, H. Souza, M. Farías, M. Fonseca, H., & Fonseca. (2010). Historia de la Compañía. Revista Social, 9(1), 33-47.
Silva, D. Oliveira, H. Souza, M. Farías, M. Fonseca, H., & Fonseca...Pereira, A. (2010). Perspectivas de la educación rural. Diario Estado, 3(1), 22-33.
Autor desconocido
El problema del método. (2010). São José dos Campos: Editorial Ciudad.
(En este caso, cuando no hay autor, la referencia debe ser iniciado por el título en cursiva. La cita en el texto debe venir con ese título en cursiva o comillas).
Con el autor (a) organizador (a) libro
Silva, D. (Eds.). (2016). Historia de la arte. San Pablo: Fonseca y Silva.
El artículo con el DOI
Smith, A. B. (1990). visualidad campesino. Tocantinense, 12(35), 199-228. DOI: XXXXXXXXXXXXXXXXX. (En lugar de "x", colocando el DOI).
ARTÍCULO Aceptado para su publicación, pero no ha sido publicado
Borges, A. (en prensa). La novedad campesino. Diario científica. Obtenido de: http://fageicnbek.pdf
El trabajo no ENVIADOS O presentado para su publicación
Silva, J. (2016). Acerca de los métodos para las lecturas visuales. Manuscrito presentado para su publicación.
(En este caso, no ponga el nombre de la revista o editor que se haya presentado la obra).
ARTÍCULO DE PERIÓDICO
Freitas, A. (2000, 15 de julio). La noción de la realidad. Diario de la Ciudad, p. A1.
BLOG INTERNET
Vieira, A. (1999, 13 de julio). Sobre la lucha campesina [Web mensaje de registro]. Obtenido de http: //fhqncjdjc.php
PROCEDIMIENTOS DE EVENTOS (conferencias, seminarios, etc.)
Netto, G. (2005). El problema de la estética. En Actas de la 2a Jornada de Educación Uberlândia (pp. 204-220). Uberlândia, MG.
LIBRO
Silva, D. (1995). El campesinado. Sao Paulo, SP: Editora fuentes.
Carvalho, D., y Souza, F. (2003). Educación Rural. Río de Janeiro, RJ: Editorial librería.
CAPÍTULO DE UN LIBRO
Martins, H. (1980). La interpretación visual. En Souza, D. (Eds.), Estética teorías (pp.1-34). Sao Paulo, SP: Cortez.
Tesis o disertación
Gomes, G. H. (2016). La ilustración campesino (Tesis). Universidad Federal de Tocantins, Tocantins.
Na seção de Artigos, serão publicados artigos originais, realizados ou em andamento, sob diferentes temas referentes à Educação do Campo.
Na seção Ensaios, serão publicados textos ensaístas de temas relacionados à Educação do Campo.
Na seção Dossiês Temáticos, serão publicados grupos de artigos temáticos relacionados a um dos campos da pesquisa da Revista Brasileira de Educação do Campo.
Na seção Resenhas, serão publicadas resenhas de livros publicados nos últimos três anos, de temas pertinentes à Educação do Campo, e Educação em geral.
Na seção Entrevistas, serão publicadas entrevistas de professores/pesquisadores com relevante experiência no campo da pesquisa em Educação do Campo e, Educação, em Geral.
Prazo de envio dos artigos: 30 de junho de 2025.
OBS.: Condições obrigatórias para o artigo ser publicado:
Revista Brasileira de Educação do Campo / Brazilian Journal of Rural Education
Dossiê
Saúde Mental em Comunidades Educativas Rurais, Ribeirinhas, Quilombolas e Indígenas: desafios e possibilidades
Proponentes:
Prof. Dr. Luiz Paulo Ribeiro
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, Brasil)
https://orcid.org/0000-0002-4278-7871
Prof. Dr. Jáder Ferreira Leite
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN, Brasil)
https://orcid.org/0000-0002-6045-531X
Prof. Dr. Rodrigo Miguel Rojas-Andrade
Universidad de Santiado de Chile (UsaCh, Chile)
https://orcid.org/0000-0002-6459-6902
Ementa
A proliferação de diagnósticos, medicalização, violência escolar, adoecimento de professores, dificuldades de aprendizagem pós-pandemia, uso exacerbado de telas e tantos outros assuntos que estão relacionadas à saúde mental em comunidades educativas não são temas/problemáticas que afetam somente escolas e instituições urbanas. Eiraldi, R., Comly, R., Goldstein, J. et al. (2023) apontam que estudantes de escolas campesinas têm as mesmas questões que aqueles que estão em escolas urbanas. A diferença é a falta de suporte e acolhimento dessas demandas devido à desvalorização, distância dos grandes centros, fechamento de escolas do campo, calendário escolar descolado da realidade rural e invisibilidade de tais problemas nos territórios campesinos.
A promoção da saúde mental em comunidades educativas tem ganhado centralidade nas políticas públicas e nas agendas de pesquisa, tanto em nível nacional quanto internacional. Organismos multilaterais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), têm defendido abordagens integradas, intersetoriais e culturalmente sensíveis para enfrentar os desafios do sofrimento psíquico em contextos escolares. Pode-se ver, por exemplo, uma preocupação inclusive da Organização das Nações Unidas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no ODS 4 sobre a busca de uma educação de qualidade. No entanto, apesar dos avanços normativos e conceituais, ainda prevalece uma lacuna significativa no que diz respeito à efetividade e à territorialização dessas diretrizes em comunidades rurais, ribeirinhas, quilombolas e indígenas. A invisibilidade das singularidades desses territórios nas políticas universais revela a urgência de discutir práticas que não apenas cheguem a esses espaços, mas que dialoguem com suas cosmovisões, modos de vida e demandas concretas, por exemplo.
No Brasil, o Programa Saúde na Escola (PSE), desde 2007 articula ações entre saúde e educação, e tem se apresentado como um dos principais instrumentos de promoção e prevenção em saúde e em saúde mental no contexto escolar. Entretanto, sua execução encontra desafios quando se trata da cobertura em territórios não urbanos, onde a presença contínua de equipes de saúde da família nem sempre é garantida. A recente política de inserção de psicólogas(os) e assistentes sociais na rede pública de ensino básico, embora promissora, esbarra em desigualdades regionais, ausência de profissionais em todas as regiões do país e na escassez de profissionais capacitados para atuar em áreas remotas, marcadas por dificuldades logísticas, baixa infraestrutura e outras condições adversas.
Outro marco recente brasileiro, a Política Nacional de Atenção Psicossocial a Comunidades Escolares, publicada em 2024, reconhece a importância de estratégias intersetoriais e participativas para o enfrentamento do sofrimento psíquico em espaços educativos. Contudo, ainda é preciso discutir como e se essa política tem sido implementada em comunidades rurais, campesinas, ribeirinhas, pesqueiras, quilombolas e indígenas. Em muitos casos, o que se vê são ações pontuais, por vezes com propostas clínico-individuais, muitas vezes descoladas do cotidiano das escolas e das realidades locais, sem continuidade ou sustentação. Os desafios se agravam quando se trata de territórios com forte presença de populações tradicionais, cujos saberes, práticas comunitárias e modos de cuidado são frequentemente ignorados ou subalternizados pelas políticas públicas convencionais.
Um exemplo na América Latina é o caso do Chile, programas como Habilidades para la Vida têm atuado de forma contínua em escolas públicas urbanas e rurais, promovendo o bem-estar psicossocial por meio de ações intersetoriais. No entanto, a implementação em territórios rurais enfrenta desafios relacionados à continuidade, presença de equipes técnicas e adaptação às dinâmicas locais. A experiência do programa A Convivir se Aprende na região do Maule evidenciou os limites de modelos urbanocêntricos quando aplicados em escolas campesinas, revelando a necessidade de estratégias que dialoguem com os modos de vida rurais, valorizem os vínculos comunitários e promovam a saúde mental a partir de práticas educativas situadas. Essas experiências reforçam a urgência de políticas que reconheçam a diversidade territorial e superem a lógica biomédica, clínica e padronizada ainda dominante na saúde mental escolar.
A escassez de pesquisas que abordem a saúde mental em comunidades educativas rurais, pesqueiras, quilombolas e indígenas pode ser um reflexo da centralidade histórica conferida aos contextos urbanos nas ciências da educação e da saúde. Essa lacuna teórica e empírica contribui para a reprodução de modelos urbanos e totalitários, que pouco consideram os determinantes sociais específicos, as desigualdades territoriais e as formas próprias de organização comunitária presentes nesses espaços. Além disso, o silenciamento dessas realidades nos debates acadêmicos, a falta de formação específica para atuar em áreas não urbanas (Signorini, Ribeiro & Rojas-Andrade, 2024) contribui para a manutenção de um epistemicídio que deslegitima formas alternativas de cuidado, resistência e promoção da vida e de saúde mental desde as comunidades e territórios em que estão as escolas.
Desse modo, o presente dossiê convida pesquisadoras(es), profissionais da educação, professoras(es) da educação do campo, da educação quilombola e de escolas ribeirinhas, profissionais da saúde e lideranças comunitárias a contribuir com reflexões, relatos de experiência, análises de políticas públicas, estudos de caso, entrevistas com especialistas e investigações teóricas e empíricas que discutam os desafios e as potências das práticas promotoras de saúde mental em comunidades educativas em territórios e áreas campesinas, rurais, indígenas, quilombolas, das florestas, ribeirinhas e pesqueiras. Interessa-nos reunir trabalhos que estejam comprometidos com a pluralidade epistemológica, com a justiça territorial e com a valorização dos saberes locais que estejam articulados com os princípios e práticas da Educação do Campo. Ao lançar luz sobre experiências situadas e politicamente implicadas, buscamos fomentar uma agenda crítica e transformadora, capaz de tensionar os limites do campo da saúde mental escolar (Rojas-Andrade, 2022; Ribeiro & Garcia, 2024; Pedrero & Al‑Halabí, 2025) e propor caminhos que coloquem a vida, em sua diversidade, no centro das políticas e das práticas (Dimenstein, Leite, Macedo & Dantas, 2016).
Referências
Dimenstein, M., Leite, J., Macedo, J. P., & Dantas, C. (Orgs.). (2016). Condição de vida e saúde mental em contextos rurais (1ª ed., 428 p.). Editora Intermeios.
Eiraldi, R., Comly, R., Goldstein, J. et al. (2023). Development of an Online Training Platform and Implementation Strategy for School-Based Mental Health Professionals in Rural Elementary Schools: A Mixed-Methods Study. School Mental Health 15, 692–709. https://doi.org/10.1007/s12310-023-09582-1
Fonseca Pedrero, E., & Al‑Halabí, S. (2025). Salud mental en contextos educativos (1. ed.). Madrid: Ediciones Pirámide.
Ribeiro, L.P.; Garcia, F. M. (Org.) (2024). Saúde mental escolar: diálogos com, de e para professoras e professores. 1. ed. Curitiba: CRV, v. 1. 230p
Rojas-Andrade, R. (Coord.). (2022). Salud Mental en Comunidades Educativas. Santiago: Universidad Academia de Humanismo Cristiano.
Signorini, G. S., Ribeiro, L. P., & Rojas-Andrade, R. (2024). Psicología rural escolar: Relaciones, contornos y relatos latinoamericanos. Revista De Psicología, 33(1), pp. 1–12. https://doi.org/10.5354/0719-0581.2024.71900
Possíveis temáticas
Recebimento dos textos: de 01 de março a 30 de abril de 2026.
Revista Brasileña de Educación Rural
Dossier
Salud mental en comunidades rurales, Riverside, Quilombola y educativas indígenas: desafíos y posibilidades
Ementa
La proliferación de diagnósticos, la medicalización, la violencia escolar, las enfermedades de los profesores, las dificultades de aprendizaje tras la pandemia, el uso agravado de pantallas y muchos otros problemas relacionados con la salud mental en las comunidades educativas no son temas o problemas que afecten solo a escuelas e instituciones urbanas. Eiraldi, R., Comly, R., Goldstein, J. et al. (2023) señalan que los estudiantes de escuelas campesinas tienen los mismos problemas que los de las escuelas urbanas. La diferencia es la falta de apoyo y aceptación de estas demandas debido a la devaluación, la distancia de los grandes centros, el cierre de escuelas rurales, el calendario escolar desconectado de la realidad rural y la invisibilidad de estos problemas en los territorios campesinos.
La promoción de la salud mental en las comunidades educativas ha adquirido un papel central en las políticas públicas y las agendas de investigación, tanto a nivel nacional como internacional. Organizaciones multilaterales, como la Organización Mundial de la Salud (OMS) y la Organización Panamericana de la Salud (OPS), han defendido enfoques integrados, intersectoriales y culturalmente sensibles para abordar los desafíos del malestar psicológico en contextos escolares. Se puede ver, por ejemplo, una preocupación incluso desde las Naciones Unidas con los Objetivos de Desarrollo Sostenible en el ODS 4 sobre la búsqueda de una educación de calidad. Sin embargo, a pesar de los avances normativos y conceptuales, sigue existiendo una brecha significativa respecto a la eficacia y territorialización de estas directrices en comunidades rurales, ribereñas, quilombolas e indígenas. La invisibilidad de las singularidades de estos territorios en las políticas universales revela la urgencia de debatir prácticas que no solo alcanzan estos espacios, sino que dialoguen, por ejemplo, con sus cosmovisiones, formas de vida y demandas concretas.
En Brasil, el Programa de Salud Escolar (PSE), desde 2007, articula las acciones entre salud y educación, y se ha presentado como uno de los principales instrumentos para la promoción y prevención de la salud y la salud mental en el contexto escolar. Sin embargo, su implementación se enfrenta a desafíos en lo que respecta a la cobertura en territorios no urbanos, donde la presencia continua de equipos de salud familiar no siempre está garantizada. La política reciente de insertar psicólogos y trabajadores sociales en la red pública de educación básica, aunque prometedora, choca con desigualdades regionales, la ausencia de profesionales en todas las regiones del país y la escasez de profesionales formados para trabajar en zonas remotas, marcadas por dificultades logísticas, baja infraestructura y otras condiciones adversas.
Otro hito brasileño reciente, la Política Nacional para la Atención Psicosocial de las Comunidades Escolares, publicada en 2024, reconoce la importancia de estrategias intersectoriales y participativas para afrontar el malestar psicológico en los espacios educativos. Sin embargo, sigue siendo necesario debatir cómo y si esta política se ha implementado en comunidades rurales, campesinas, ribereñas, pesqueras, quilombolas e indígenas. En muchos casos, lo que se observa son acciones puntuales, a veces con propuestas clínicas e individuales, a menudo desconectadas de la vida diaria de las escuelas y de las realidades locales, sin continuidad ni apoyo. Los desafíos se agravan en los territorios con una fuerte presencia de poblaciones tradicionales, cuyo conocimiento, prácticas comunitarias y modos de atención a menudo son ignorados o subordinados por las políticas públicas convencionales.
Un ejemplo en América Latina es el caso de Chile, programas como Habilidades para la Vida han estado operando de forma continua en escuelas públicas urbanas y rurales, promoviendo el bienestar psicosocial mediante acciones intersectoriales. Sin embargo, la implementación en los territorios rurales se enfrenta a desafíos relacionados con la continuidad, la presencia de equipos técnicos y la adaptación a las dinámicas locales. La experiencia del programa A Convivir se Aprende en la región del Maule evidenció los límites de los modelos urbanocentrados cuando se aplican en escuelas campesinas, revelando la necesidad de estrategias que dialoguen con los modos de vida rurales, valoren los lazos comunitarios y promuevan la salud mental basadas en prácticas educativas situadas. Estas experiencias refuerzan la urgencia de políticas que reconocen la diversidad territorial y superan la lógica biomédica, clínica y estandarizada que sigue dominando en la salud mental escolar.
La escasez de investigaciones que aborden la salud mental en comunidades educativas rurales, pesqueras, quilombolas e indígenas puede reflejar la centralidad histórica que se le da a los contextos urbanos en las ciencias de la educación y la salud. Esta brecha teórica y empírica contribuye a la reproducción de modelos urbanos y totalitarios, que apenas tienen en cuenta los determinantes sociales específicos, las desigualdades territoriales y las formas específicas de organización comunitaria presentes en estos espacios. Además, el silenciamiento de estas realidades en los debates académicos, la falta de formación específica para trabajar en áreas no urbanas (Signorini, Ribeiro & Rojas-Andrade, 2024) contribuye al mantenimiento de un epistemicidio que deslegitima formas alternativas de cuidado, resistencia y promoción de la vida y la salud mental de las comunidades y territorios donde se encuentran las escuelas.
Así, este dossier invita a investigadores, profesionales de la educación, profesores de educación rural, educación quilombola y escuelas ribereñas, profesionales sanitarios y líderes comunitarios a contribuir con reflexiones, informes de experiencia, análisis de políticas públicas, estudios de caso, entrevistas con expertos e investigaciones teóricas y empíricas que discutan Los desafíos y las capacidades de las prácticas de promoción de la salud mental en comunidades educativas de territorios y zonas campesinas, rurales, indígenas, quilombolas, forestales, ribereñas y pesqueras. Nos interesa reunir obras comprometidas con la pluralidad epistemológica, la justicia territorial y la valoración del conocimiento local articulado con los principios y prácticas de la Educación Rural. Al arrojar luz sobre experiencias situadas y políticamente implicadas, buscamos fomentar una agenda crítica y transformadora, capaz de tensionar los límites del campo de la salud mental escolar (Rojas-Andrade, 2022; Ribeiro & García, 2024; Pedrero & Al-Halabí, 2025) y proponen caminos que sitúan la vida, en su diversidad, en el centro de políticas y prácticas (Dimenstein, Leite, Macedo & Dantas, 2016).
Posibles temas
Recepción de mensajes: del 1 de marzo al 30 de abril de 2026.
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Prezados(as) autores(as),
Informamos que as submissões estão suspensas, devido ao alto volume de artigos em avaliação. Em breve, reabriremos a submissão de manuscritos.
Revista Brasileira de Educação do Campo / Brazilian Journal of Rural Education
Dossiê
Saúde Mental em Comunidades Educativas Rurais, Ribeirinhas, Quilombolas e Indígenas: desafios e possibilidades
Proponentes:
Prof. Dr. Luiz Paulo Ribeiro
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, Brasil)
https://orcid.org/0000-0002-4278-7871
Prof. Dr. Jáder Ferreira Leite
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN, Brasil)
https://orcid.org/0000-0002-6045-531X
Prof. Dr. Rodrigo Miguel Rojas-Andrade
Universidad de Santiado de Chile (UsaCh, Chile)
https://orcid.org/0000-0002-6459-6902
Ementa
A proliferação de diagnósticos, medicalização, violência escolar, adoecimento de professores, dificuldades de aprendizagem pós-pandemia, uso exacerbado de telas e tantos outros assuntos que estão relacionadas à saúde mental em comunidades educativas não são temas/problemáticas que afetam somente escolas e instituições urbanas. Eiraldi, R., Comly, R., Goldstein, J. et al. (2023) apontam que estudantes de escolas campesinas têm as mesmas questões que aqueles que estão em escolas urbanas. A diferença é a falta de suporte e acolhimento dessas demandas devido à desvalorização, distância dos grandes centros, fechamento de escolas do campo, calendário escolar descolado da realidade rural e invisibilidade de tais problemas nos territórios campesinos.
A promoção da saúde mental em comunidades educativas tem ganhado centralidade nas políticas públicas e nas agendas de pesquisa, tanto em nível nacional quanto internacional. Organismos multilaterais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), têm defendido abordagens integradas, intersetoriais e culturalmente sensíveis para enfrentar os desafios do sofrimento psíquico em contextos escolares. Pode-se ver, por exemplo, uma preocupação inclusive da Organização das Nações Unidas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no ODS 4 sobre a busca de uma educação de qualidade. No entanto, apesar dos avanços normativos e conceituais, ainda prevalece uma lacuna significativa no que diz respeito à efetividade e à territorialização dessas diretrizes em comunidades rurais, ribeirinhas, quilombolas e indígenas. A invisibilidade das singularidades desses territórios nas políticas universais revela a urgência de discutir práticas que não apenas cheguem a esses espaços, mas que dialoguem com suas cosmovisões, modos de vida e demandas concretas, por exemplo.
No Brasil, o Programa Saúde na Escola (PSE), desde 2007 articula ações entre saúde e educação, e tem se apresentado como um dos principais instrumentos de promoção e prevenção em saúde e em saúde mental no contexto escolar. Entretanto, sua execução encontra desafios quando se trata da cobertura em territórios não urbanos, onde a presença contínua de equipes de saúde da família nem sempre é garantida. A recente política de inserção de psicólogas(os) e assistentes sociais na rede pública de ensino básico, embora promissora, esbarra em desigualdades regionais, ausência de profissionais em todas as regiões do país e na escassez de profissionais capacitados para atuar em áreas remotas, marcadas por dificuldades logísticas, baixa infraestrutura e outras condições adversas.
Outro marco recente brasileiro, a Política Nacional de Atenção Psicossocial a Comunidades Escolares, publicada em 2024, reconhece a importância de estratégias intersetoriais e participativas para o enfrentamento do sofrimento psíquico em espaços educativos. Contudo, ainda é preciso discutir como e se essa política tem sido implementada em comunidades rurais, campesinas, ribeirinhas, pesqueiras, quilombolas e indígenas. Em muitos casos, o que se vê são ações pontuais, por vezes com propostas clínico-individuais, muitas vezes descoladas do cotidiano das escolas e das realidades locais, sem continuidade ou sustentação. Os desafios se agravam quando se trata de territórios com forte presença de populações tradicionais, cujos saberes, práticas comunitárias e modos de cuidado são frequentemente ignorados ou subalternizados pelas políticas públicas convencionais.
Um exemplo na América Latina é o caso do Chile, programas como Habilidades para la Vida têm atuado de forma contínua em escolas públicas urbanas e rurais, promovendo o bem-estar psicossocial por meio de ações intersetoriais. No entanto, a implementação em territórios rurais enfrenta desafios relacionados à continuidade, presença de equipes técnicas e adaptação às dinâmicas locais. A experiência do programa A Convivir se Aprende na região do Maule evidenciou os limites de modelos urbanocêntricos quando aplicados em escolas campesinas, revelando a necessidade de estratégias que dialoguem com os modos de vida rurais, valorizem os vínculos comunitários e promovam a saúde mental a partir de práticas educativas situadas. Essas experiências reforçam a urgência de políticas que reconheçam a diversidade territorial e superem a lógica biomédica, clínica e padronizada ainda dominante na saúde mental escolar.
A escassez de pesquisas que abordem a saúde mental em comunidades educativas rurais, pesqueiras, quilombolas e indígenas pode ser um reflexo da centralidade histórica conferida aos contextos urbanos nas ciências da educação e da saúde. Essa lacuna teórica e empírica contribui para a reprodução de modelos urbanos e totalitários, que pouco consideram os determinantes sociais específicos, as desigualdades territoriais e as formas próprias de organização comunitária presentes nesses espaços. Além disso, o silenciamento dessas realidades nos debates acadêmicos, a falta de formação específica para atuar em áreas não urbanas (Signorini, Ribeiro & Rojas-Andrade, 2024) contribui para a manutenção de um epistemicídio que deslegitima formas alternativas de cuidado, resistência e promoção da vida e de saúde mental desde as comunidades e territórios em que estão as escolas.
Desse modo, o presente dossiê convida pesquisadoras(es), profissionais da educação, professoras(es) da educação do campo, da educação quilombola e de escolas ribeirinhas, profissionais da saúde e lideranças comunitárias a contribuir com reflexões, relatos de experiência, análises de políticas públicas, estudos de caso, entrevistas com especialistas e investigações teóricas e empíricas que discutam os desafios e as potências das práticas promotoras de saúde mental em comunidades educativas em territórios e áreas campesinas, rurais, indígenas, quilombolas, das florestas, ribeirinhas e pesqueiras. Interessa-nos reunir trabalhos que estejam comprometidos com a pluralidade epistemológica, com a justiça territorial e com a valorização dos saberes locais que estejam articulados com os princípios e práticas da Educação do Campo. Ao lançar luz sobre experiências situadas e politicamente implicadas, buscamos fomentar uma agenda crítica e transformadora, capaz de tensionar os limites do campo da saúde mental escolar (Rojas-Andrade, 2022; Ribeiro & Garcia, 2024; Pedrero & Al‑Halabí, 2025) e propor caminhos que coloquem a vida, em sua diversidade, no centro das políticas e das práticas (Dimenstein, Leite, Macedo & Dantas, 2016).
Referências
Dimenstein, M., Leite, J., Macedo, J. P., & Dantas, C. (Orgs.). (2016). Condição de vida e saúde mental em contextos rurais (1ª ed., 428 p.). Editora Intermeios.
Eiraldi, R., Comly, R., Goldstein, J. et al. (2023). Development of an Online Training Platform and Implementation Strategy for School-Based Mental Health Professionals in Rural Elementary Schools: A Mixed-Methods Study. School Mental Health 15, 692–709. https://doi.org/10.1007/s12310-023-09582-1
Fonseca Pedrero, E., & Al‑Halabí, S. (2025). Salud mental en contextos educativos (1. ed.). Madrid: Ediciones Pirámide.
Ribeiro, L.P.; Garcia, F. M. (Org.) (2024). Saúde mental escolar: diálogos com, de e para professoras e professores. 1. ed. Curitiba: CRV, v. 1. 230p
Rojas-Andrade, R. (Coord.). (2022). Salud Mental en Comunidades Educativas. Santiago: Universidad Academia de Humanismo Cristiano.
Signorini, G. S., Ribeiro, L. P., & Rojas-Andrade, R. (2024). Psicología rural escolar: Relaciones, contornos y relatos latinoamericanos. Revista De Psicología, 33(1), pp. 1–12. https://doi.org/10.5354/0719-0581.2024.71900
Possíveis temáticas
Recebimento dos textos: de 01 de março a 30 de abril de 2026.
Revista Brasileña de Educación Rural
Dossier
Salud mental en comunidades rurales, Riverside, Quilombola y educativas indígenas: desafíos y posibilidades
Ementa
La proliferación de diagnósticos, la medicalización, la violencia escolar, las enfermedades de los profesores, las dificultades de aprendizaje tras la pandemia, el uso agravado de pantallas y muchos otros problemas relacionados con la salud mental en las comunidades educativas no son temas o problemas que afecten solo a escuelas e instituciones urbanas. Eiraldi, R., Comly, R., Goldstein, J. et al. (2023) señalan que los estudiantes de escuelas campesinas tienen los mismos problemas que los de las escuelas urbanas. La diferencia es la falta de apoyo y aceptación de estas demandas debido a la devaluación, la distancia de los grandes centros, el cierre de escuelas rurales, el calendario escolar desconectado de la realidad rural y la invisibilidad de estos problemas en los territorios campesinos.
La promoción de la salud mental en las comunidades educativas ha adquirido un papel central en las políticas públicas y las agendas de investigación, tanto a nivel nacional como internacional. Organizaciones multilaterales, como la Organización Mundial de la Salud (OMS) y la Organización Panamericana de la Salud (OPS), han defendido enfoques integrados, intersectoriales y culturalmente sensibles para abordar los desafíos del malestar psicológico en contextos escolares. Se puede ver, por ejemplo, una preocupación incluso desde las Naciones Unidas con los Objetivos de Desarrollo Sostenible en el ODS 4 sobre la búsqueda de una educación de calidad. Sin embargo, a pesar de los avances normativos y conceptuales, sigue existiendo una brecha significativa respecto a la eficacia y territorialización de estas directrices en comunidades rurales, ribereñas, quilombolas e indígenas. La invisibilidad de las singularidades de estos territorios en las políticas universales revela la urgencia de debatir prácticas que no solo alcanzan estos espacios, sino que dialoguen, por ejemplo, con sus cosmovisiones, formas de vida y demandas concretas.
En Brasil, el Programa de Salud Escolar (PSE), desde 2007, articula las acciones entre salud y educación, y se ha presentado como uno de los principales instrumentos para la promoción y prevención de la salud y la salud mental en el contexto escolar. Sin embargo, su implementación se enfrenta a desafíos en lo que respecta a la cobertura en territorios no urbanos, donde la presencia continua de equipos de salud familiar no siempre está garantizada. La política reciente de insertar psicólogos y trabajadores sociales en la red pública de educación básica, aunque prometedora, choca con desigualdades regionales, la ausencia de profesionales en todas las regiones del país y la escasez de profesionales formados para trabajar en zonas remotas, marcadas por dificultades logísticas, baja infraestructura y otras condiciones adversas.
Otro hito brasileño reciente, la Política Nacional para la Atención Psicosocial de las Comunidades Escolares, publicada en 2024, reconoce la importancia de estrategias intersectoriales y participativas para afrontar el malestar psicológico en los espacios educativos. Sin embargo, sigue siendo necesario debatir cómo y si esta política se ha implementado en comunidades rurales, campesinas, ribereñas, pesqueras, quilombolas e indígenas. En muchos casos, lo que se observa son acciones puntuales, a veces con propuestas clínicas e individuales, a menudo desconectadas de la vida diaria de las escuelas y de las realidades locales, sin continuidad ni apoyo. Los desafíos se agravan en los territorios con una fuerte presencia de poblaciones tradicionales, cuyo conocimiento, prácticas comunitarias y modos de atención a menudo son ignorados o subordinados por las políticas públicas convencionales.
Un ejemplo en América Latina es el caso de Chile, programas como Habilidades para la Vida han estado operando de forma continua en escuelas públicas urbanas y rurales, promoviendo el bienestar psicosocial mediante acciones intersectoriales. Sin embargo, la implementación en los territorios rurales se enfrenta a desafíos relacionados con la continuidad, la presencia de equipos técnicos y la adaptación a las dinámicas locales. La experiencia del programa A Convivir se Aprende en la región del Maule evidenció los límites de los modelos urbanocentrados cuando se aplican en escuelas campesinas, revelando la necesidad de estrategias que dialoguen con los modos de vida rurales, valoren los lazos comunitarios y promuevan la salud mental basadas en prácticas educativas situadas. Estas experiencias refuerzan la urgencia de políticas que reconocen la diversidad territorial y superan la lógica biomédica, clínica y estandarizada que sigue dominando en la salud mental escolar.
La escasez de investigaciones que aborden la salud mental en comunidades educativas rurales, pesqueras, quilombolas e indígenas puede reflejar la centralidad histórica que se le da a los contextos urbanos en las ciencias de la educación y la salud. Esta brecha teórica y empírica contribuye a la reproducción de modelos urbanos y totalitarios, que apenas tienen en cuenta los determinantes sociales específicos, las desigualdades territoriales y las formas específicas de organización comunitaria presentes en estos espacios. Además, el silenciamiento de estas realidades en los debates académicos, la falta de formación específica para trabajar en áreas no urbanas (Signorini, Ribeiro & Rojas-Andrade, 2024) contribuye al mantenimiento de un epistemicidio que deslegitima formas alternativas de cuidado, resistencia y promoción de la vida y la salud mental de las comunidades y territorios donde se encuentran las escuelas.
Así, este dossier invita a investigadores, profesionales de la educación, profesores de educación rural, educación quilombola y escuelas ribereñas, profesionales sanitarios y líderes comunitarios a contribuir con reflexiones, informes de experiencia, análisis de políticas públicas, estudios de caso, entrevistas con expertos e investigaciones teóricas y empíricas que discutan Los desafíos y las capacidades de las prácticas de promoción de la salud mental en comunidades educativas de territorios y zonas campesinas, rurales, indígenas, quilombolas, forestales, ribereñas y pesqueras. Nos interesa reunir obras comprometidas con la pluralidad epistemológica, la justicia territorial y la valoración del conocimiento local articulado con los principios y prácticas de la Educación Rural. Al arrojar luz sobre experiencias situadas y políticamente implicadas, buscamos fomentar una agenda crítica y transformadora, capaz de tensionar los límites del campo de la salud mental escolar (Rojas-Andrade, 2022; Ribeiro & García, 2024; Pedrero & Al-Halabí, 2025) y proponen caminos que sitúan la vida, en su diversidad, en el centro de políticas y prácticas (Dimenstein, Leite, Macedo & Dantas, 2016).
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