Entre la tradición y la subsistencia: Precarización del trabajo artesanal en el interior de Tocantins
DOI:
https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e20630Resumen
RESUMEN. Este estudio, vinculado al tema del conocimiento tradicional, el cuidado colectivo y la salud mental en comunidades rurales del estado de Tocantins, Brasil, analiza el proceso de identidad y su relación con la salud mental en el trabajo artesanal en Porto Nacional, Tocantins. La artesanía se considera una práctica que articula arte, imaginarios, tradiciones, naturaleza y conocimiento tradicional en Tocantins. Por lo tanto, resaltamos su papel en la construcción del conocimiento local y del artesano, donde su producción está imbuida de sentidos, significados y subjetividad. La investigación es de naturaleza cualitativa, realizada con tres artesanos, utilizando un cuestionario sociodemográfico y una entrevista semiestructurada como instrumentos. Los resultados se categorizaron mediante análisis de contenido desde la perspectiva de Bardin (2016). El estudio revela la transmisión del conocimiento tradicional a través del oficio del artesano local, reflejando la relación con el territorio, pero también las intersecciones con la salud mental. Los resultados apuntan a las dimensiones creativa, formativa y laboral, pero también revelan elementos relacionados con la precariedad, la falta de incentivos para la salud física y mental de los artesanos del sector informal y la ausencia de políticas públicas. Consideramos que la actividad artesanal, como práctica de resistencia cultural, es también un elemento de desarrollo humano y de valoración de la cultura local, donde la salud mental y unas condiciones de vida dignas en esta actividad laboral son esenciales.
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