Community Psychology and Collective Care in the Face of Structural Violence in Indigenous Territories

Autor/innen

DOI:

https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e20620

Abstract

ABSTRACT. This study investigates the contributions of Community Psychology to the promotion of social cohesion, collective health, and the valorization of ancestral knowledge among Indigenous peoples in Western Santa Catarina, particularly the Guarani and Kaingang, in the face of structural and historical violence documented by the Indigenous Missionary Council (CIMI) between 2022 and 2024. The objective is to analyze how community-based practices can address such violence and strengthen the autonomy and agency of these communities. This is a qualitative study, with a documentary and bibliographic approach, combining literature review and analysis of CIMI reports. The results indicate the recurrence of violence such as physical aggression, femicide, territorial exploitation, and conditions analogous to slavery, affecting social, cultural, and spiritual dimensions of community life. It is concluded that Community Psychology, by adopting participatory, intercultural, and decolonial approaches, contributes to strengthening collective decision-making spaces, such as assemblies and dialogue circles, configuring itself as a practice of care, resistance, and cultural valorization, essential for confronting inequalities and promoting collective health.

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Autor/innen-Biografien

Bruna Leticia Lemes de Lima, Universidade Comunitária da Região de Chapecó- Unochapecó

Estudante do curso de Psicologia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó). (fase final) Integra o Grupo de Pesquisa SULEAR – Educação Intercultural e Pedagogias Decoloniais na América Latina, vinculado à Unochapecó, e a Rede Latinoamericana de Diálogos Decoloniais e Interculturais (REDYALA).

Cláudia Battestin, Universidade Comunitária da região de Chapecó – Unochapecó

Doutora e Mestre em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) com período de Doutoramento na Universitat Jaume I - Espanha. Especialista em Educação Ambiental pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Licenciada em Filosofia e Pedagogia pela Universidade Comunitária da região de Chapecó (Unochapecó). Pós doutora em antropologia pela Universidade de Buenos Aires UBA com trabalho de campo em Jujuy e Salta.Lider do Grupo de pesquisa SULEAR:Educação Intercultural e Pedagogias Decoloniais na América Latina (Unochapecó). Integrande do Observatório da Diversidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte IFRN.Faz parte da Red Interuniversitaria Educación Superior y Pueblos Indígenas y Afrodescendientes en América Latina (RED ESIAL) da Universidad Nacional Tres de Febrero - UNTREF de Buenos Aires e da Rede latinoamericana de diálogos decoloniais e interculturais - Redyala.. Atua como apoiadora do conselho indigenista missionário CIMI Regional Sul realizando pasantias de estudos e trabalho em várias comunidades na américa latina. Tem várias publicações em periódicos e livros no Brasil e América Latina. Fez parte do Programa de Apoio ao Setor Educacional do Mercosul (Pasem) no Chaco Paraguaio, participou de uma pasantia no Projeto Comunidad de indagación na Universidade de Colima México. Atualmente trabalha como docente no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) e nas licenciaturas interculturais indígenas da Escola das Humanidades da Universidade Comunitária da Região de Chapecó Unochapecó. Áreas de conhecimento e interesse de pesquisa: Filosofia intercultural e éticas aplicadas. Educação ambiental, decolonial, intercultural. Povos originários da Abya Yala.

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TURRIANI, Anna (coord.). Clínicas do testemunho nas margens. São Paulo: Instituto de Estudos da Religião (ISER).

Veröffentlicht

2026-07-10

Zitationsvorschlag

Lemes de Lima, B. L., & Battestin, C. (2026). Community Psychology and Collective Care in the Face of Structural Violence in Indigenous Territories. Brazilian Journal of Rural Education, 11, e20620. https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e20620

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Rubrik

Dossiê: Saúde Mental em Comunidades Educativas Rurais, Ribeirinhas, Quilombolas e Indígenas: desafios e possibilidades