Psicología Comunitaria y cuidado colectivo frente a las violencias estructurales en territorios indígenas
DOI:
https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e20620Resumen
RESUMEN. El estudio investiga las contribuciones de la Psicología Comunitaria en la promoción de la cohesión social, la salud colectiva y la valorización de los saberes ancestrales de los pueblos indígenas del Oeste de Santa Catarina, especialmente Guaraní y Kaingang, frente a las violencias estructurales e históricas documentadas por el Consejo Indigenista Misionero (CIMI) entre los años 2022 y 2024. El objetivo es analizar cómo las prácticas comunitarias pueden enfrentar tales violencias y fortalecer la autonomía y el protagonismo de las comunidades. Se trata de una investigación cualitativa, de carácter documental y bibliográfico, que articula la revisión de la literatura y el análisis de los informes del CIMI. Los resultados indican la recurrencia de violencias como agresiones físicas, feminicidios, explotación territorial y trabajo en condiciones análogas a la esclavitud, afectando dimensiones sociales, culturales y espirituales de las comunidades. Se concluye que la Psicología Comunitaria, al adoptar enfoques participativos, interculturales y decoloniales, contribuye al fortalecimiento de espacios colectivos de decisión, como asambleas y círculos de diálogo, configurándose como una práctica de cuidado, resistencia y valorización cultural, fundamental para el enfrentamiento de las desigualdades y la promoción de la salud colectiva.
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