Investigación narrativa y políticas educativas: experiencias y resistencia en la gestión de la educación rural
DOI:
https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e15945%20Palabras clave:
Educação do Campo, Políticas educacionais, Pesquisa narrativa em educaçãoResumen
RESUMEN. El presente artículo presenta un recorte de una investigación desarrollada en la maestría en educación, fundamentada en la investigación narrativa. El objetivo central consiste en analizar, a partir de la perspectiva biográfico-narrativa de un director de una escuela del campo en el estado de Paraná, las repercusiones y las contradicciones de las políticas educativas contemporáneas en el cotidiano de la gestión y del trabajo docente rural. El estudio evidencia que tales políticas son más perniciosas para el contexto específico del campo, dada la mayor precariedad de la infraestructura y de la disponibilidad de profesores. La investigación narrativa tiene el carácter de valorar la perspectiva de los sujetos en sus prácticas cotidianas, y de cómo, en este caso, esta perspectiva elucida la manera en que las políticas son recibidas en la escuela. El entrevistado abordó específicamente la Reforma de la Enseñanza Media y la carrera docente, y, a partir de este campo temático, se plantearon tres categorías: alteraciones en la política educativa; cómo son recibidas por los docentes; plan de carrera y vínculo laboral. Se concluye que no existe un diálogo entre las políticas y los sujetos, así como tampoco un reflejo entre el texto escrito de la ley, sus intencionalidades, y cómo estos textos legales son recibidos e implementados, ya que existe la mediación de los sujetos de las prácticas educativas.
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