El papel de los docentes en las escuelas rurales: entre el trabajo precario, las representaciones sociales y las posibilidades de emancipación
DOI:
https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e20509Resumen
RESUMEN. Este artículo analiza la trayectoria profesional de un docente egresado de la Educación del Campo, con el propósito de comprender cómo experiencias relacionadas con la precarización laboral, el reconocimiento profesional, el sentido de pertenencia y las desigualdades sociales participan en la constitución de la identidad docente. En diálogo con la Teoría de las Representaciones Sociales y con los estudios sobre Educación del Campo y trabajo docente, el estudio adopta un enfoque cualitativo de carácter reflexivo-analítico, tomando la narrativa de la trayectoria profesional como dispositivo analítico. Los resultados evidencian que la precarización laboral, los vínculos temporales, la inestabilidad profesional y el racismo estructural producen impactos en la identidad profesional y en la salud mental docente. En contrapartida, experiencias asociadas al sentido de pertenencia, la inclusión y el compromiso ético fortalecen prácticas de resistencia y reafirman la Educación del Campo como un espacio de formación humana, producción de sentidos y posibilidades emancipadoras.
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