Precariedad acumulativa en la educación infantil en zonas rurales: un análisis del municipio de Itabuna-BA
DOI:
https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e20434%20Resumen
Este estudio, constituido como un recorte de la tesis titulada La organización de la oferta de la Educación Infantil del/en el campo: diálogos con docentes del municipio de Itabuna-Bahía, analiza el fenómeno de la precariedad cumulativa en la educación infantil del campo fundamentado en la perspectiva crítica y dialéctica. Investiga la superposición de carencias que afectan a esta modalidad en el municipio de Itabuna-BA, con el objetivo de comprender cómo las dimensiones infraestructural, curricular, formativa y política se intensifican recíprocamente. Adopta un enfoque cualitativo con análisis documental para demostrar la interdependencia entre estas múltiples precariedades en la reproducción de las desigualdades educativas rurales. El marco teórico fundamenta la discusión a través de las categorías analíticas de la dialéctica y los presupuestos de la educación del campo para comprender la totalidad y las contradicciones del contexto rural. La investigación evidencia que la interdependencia entre las dimensiones de la precariedad consolida un ciclo de reproducción de las desigualdades educativas. El trabajo concluye que el abordaje de esta realidad demanda políticas públicas específicas que consideren las particularidades de la educación infantil del campo y superen la lógica de las intervenciones puntuales y universalistas.
Descargas
Citas
Afonso, A. J. (2003). Avaliação educacional: regulação e emancipação. São Paulo, SP: Cortez.
Arretche, M. T. S. (1998). Tendências no estudo sobre avaliação. In Rico, E. M. (Org.), Avaliação de políticas sociais: uma questão em debate. São Paulo, SP: Cortez.
Arroyo, M. G. (2004). Por uma educação do campo: diferenças mudando paradigmas. In Anais do Seminário do Projeto por uma Educação do Campo. Brasília, DF: UnB.
Azevedo, J. M. L. (2004). A educação como política pública. São Paulo, SP: Autores Associados.
Caldart, R. S. (2012). Caminhos para transformação da escola: reflexões desde práticas da licenciatura em educação do campo. Revista Brasileira de Educação, 17(51), 607-626.
Campos, M. M., Rosemberg, F., & Ferreira, I. M. (1993). Creches e pré-escolas no Brasil. São Paulo, SP: Cortez; Fundação Carlos Chagas.
Constituição da República Federativa do Brasil. (1988, 05 de outubro). Recuperado de: http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/
Cury, C. R. J. (1987). Educação e contradição: elementos metodológicos para uma teoria crítica do fenômeno educativo. São Paulo, SP: Cortez.
Decreto n. 7.352, de 4 de novembro de 2010. (2010, 04 de novembro). Regulamenta a política de educação do campo e o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária - PRONERA. Brasília, DF: Presidência da República.
Nome suprimido para avaliação às cegas. (2023). Trabalho suprimido para avaliação às cegas (Dissertação de Mestrado). Local suprimido para avaliação às cegas.
Gramsci, A. (1982). Cadernos do cárcere (Vol. 1). Rio de Janeiro, RJ: Civilização Brasileira.
Kuenzer, A. Z. (2010). Exclusão includente e inclusão excludente: a nova forma de dualidade estrutural que define a escola pública. In Lombardi, J. C., Saviani, D., & Sanfelice, J. L. (Orgs.), Capitalismo, trabalho e educação (pp. 77-96). Campinas, SP: Autores Associados.
Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. (1996, 23 de dezembro). Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Recuperado de: http://www.senado.gov.br/sf/legislacao
Marx, K. (1983). O capital: crítica da economia política (Livro 1). São Paulo, SP: Abril Cultural.
Nogueira, M. A. G. (2018). Educação infantil do campo: desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Educação do Campo, 3(2), 1-20.
Nunes, J. M. R. (2017). Causas e consequências da desvinculação da educação do campo na agricultura familiar: um estudo de caso do ensino médio da Escola Nova República (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ.
Paro, V. H. (1993). Administração escolar: introdução crítica. São Paulo, SP: Cortez.
Poulantzas, N. (1985). O Estado, o poder, o socialismo. Rio de Janeiro, RJ: Graal.
Resolução CNE/CEB n. 1, de 3 de abril de 2002. (2002, 03 de abril). Estabelece as Diretrizes Operacionais para a educação básica nas escolas do campo. Brasília, DF: Ministério da Educação.
Rosemberg, F. (2015). Educação infantil, gênero e raça. In Educação infantil pós-LDB: desafios e debates. Campinas, SP: Autores Associados.
Silva, A. L. G., & Pasuch, J. (2012). Educação do campo: diferenças mudando paradigmas. Cuiabá, MT: EdUFMT.
Silva, A. P. S., & Pasuch, J. (2010). Orientações curriculares para a educação infantil do campo. Brasília, DF: MEC/SEB.
Vázquez, A. S. (1968). Filosofia da práxis. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Josiane Santa Inês Soares Gomes, Emilia Peixoto Vieira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Proposal for Copyright Notice Creative Commons
1. Policy Proposal to Open Access Journals
Authors who publish with this journal agree to the following terms:
A. Authors retain copyright and grant the journal right of first publication with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution License that allows sharing the work with recognition of its initial publication in this journal.
B. Authors are able to take on additional contracts separately, non-exclusive distribution of the version of the paper published in this journal (ex .: publish in institutional repository or as a book), with an acknowledgment of its initial publication in this journal.
C. Authors are permitted and encouraged to post their work online (eg .: in institutional repositories or on their website) at any point before or during the editorial process, as it can lead to productive exchanges, as well as increase the impact and the citation of published work (See the Effect of Open Access).




