El espacio de los niños del Movimento  dos Trabalhadores Rurais Sem Terra: aprender, jugar y resistir

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DOI:

https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e20515

Resumen

RESUMEN. La investigación se suma al debate acerca de la infancia, educación campesina y prácticas de resistencia colectiva. Analiza el papel de las Cirandas Infantiles del Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), en la construcción de la identidad de los niños que participan en esos espacios. Parte del reconocimiento de que las Cirandas son, a menudo, estereotipadas o tratadas de manera distorsionada. Se refieren a interpretaciones que borran su carácter educativo y su rol en la lucha por la reforma agraria. Se tiene por objetivo identificar cómo la participación en las Cirandas y la experiencia cotidiana en los espacios de formación política y lucha social por la reforma agraria influyen en la construcción de la identidad de los niños Sem-Terrinha, mostrando su dimensión pedagógica, política y afectiva. El estudio se basa en un enfoque cualitativo, mediante revisión de la literatura, además de investigación documental. El corpus incluye autores como João Pedro Stédile y Edna Rossetto, además de materiales hechos por el MST.  Los resultados apuntan que las Cirandas Infantiles van más allá de su función asistencial. Se presentan como espacios de convivencia, cuidado, formación crítica y fortalecimiento comunitario. Contribuyen al sentimiento de pertenencia de los niños del MST, así como a la lucha por la tierra. Se concluye que las Cirandas son prácticas fundamentales para la construcción de la identidad de los niños en el contexto de la reforma agraria, reforzando valores de resistencia, cooperación y colectividad.

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Biografía del autor/a

Maria Thaynara Pereira Barbosa, Universidade Federal de Campina Grande - UFCG

Estudante.

Maria Clariça Ribeiro Guimarães, Universidade Federal de Campina Grande - UFCG

Docente da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e doutora em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui trajetória consolidada de estudos e pesquisas sobre democracia, sociedade civil e lutas sociais, com ênfase em processos participativos, organização coletiva, atuação de conselhos e controle social de políticas públicas. É autora do livro Movimentos sociais e Organização Popular na Cidade Contemporânea (CRV, 2016) e organizadora da coletânea Serviço Social e Movimentos Sociais: debates contemporâneos (EDUFCG, 2021), além de contar com ampla produção em periódicos científicos, capítulos de livros e trabalhos em anais de eventos. Nos últimos anos, tem direcionado suas investigações ao campo dos direitos da criança e do adolescente, desenvolvendo pesquisas, programas e projetos de extensão voltados ao enfrentamento da violência sexual, bem como analisando a atuação de conselhos e o papel das organizações da sociedade civil na defesa e promoção desses direitos. Atua ainda como parecerista em revistas científicas e congressos da área, e possui sólida experiência na formação acadêmica, com orientação de discentes em pesquisa, extensão, monitoria e estágio supervisionado.

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Publicado

2026-08-04

Cómo citar

Barbosa, M. T. P., & Ribeiro Guimarães, M. C. (2026). El espacio de los niños del Movimento  dos Trabalhadores Rurais Sem Terra: aprender, jugar y resistir. Revista Brasileña De Educación Rural, 11, e20515. https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e20515

Número

Sección

Saúde Mental em Comunidades Educativas Rurais, Ribeirinhas, Quilombolas e Indígenas: desafios e possibilidades